Andrey Guilherme Nogueira de Queiroz, de 21 anos, confessou ter mutilado um cavalo morto em Bananal, interior de São Paulo. Em entrevista à Rede Vanguarda, ele revelou que estava bêbado quando cometeu o ato. “Não foi uma decisão, foi um ato de transtorno. Em um momento embriagado, transtornado, eu peguei e cortei por cortar. Foi um ato cruel. Estava com álcool no corpo. Não é culpa da bebida. É culpa minha. Eu reconheço os meus erros”, afirmou o tutor. O jovem alega que o animal já estava morto quando teve as quatro patas decepadas com um facão, no último sábado (20). Segundo Andrey, o cavalo teria se deitado após sentir cansaço durante uma cavalgada de 14 km.
Defesa e arrependimento
Andrey se defendeu das acusações e explicou que não cometeu o ato com o animal ainda vivo: “Muitas pessoas falaram que eu cortei as quatro com ele andando. Isso é uma crítica contra mim. Estão me acusando de um ato que eu não fiz. Muitas pessoas estão me julgando e falando que eu sou um monstro. Eu não sou um monstro. Eu sou nascido e criado no ramo de cavalo, mexo com boi, tenho o apelido de boiadeiro”. O jovem também expressou arrependimento pelo compartilhamento das imagens nas redes sociais:
“Não tinha necessidade da pessoa ter jogado isso na rede. Muitas pessoas não mereciam ver esse ato. Fico cada vez mais arrependido. Escuto muito as músicas da Ana Castela, o Gustavo Tubarão. Só gente que eu gosto. Me sinto arrependido dessa crueldade que eu fiz”. O caso ganhou repercussão nacional após celebridades como Ana Castela, Paolla Oliveira e Luisa Mell cobrarem justiça nas redes sociais. A Polícia Civil investiga o caso, mas ninguém foi preso até o momento.
Além do tutor, um amigo que estava presente, Dalton de Oliveira Rodrigues Vieira, de 28 anos, também prestou depoimento. Ele afirmou que foi pego de surpresa e não conseguiu impedir o ato. Dalton disse que Andrey pediu para filmar a cena: “Ele só pediu pra gravar o vídeo para o pai dele, só que depois disso, infelizmente, ele foi e fez isso aí, sem necessidade nenhuma. Eu fiquei sem reação na hora, não soube o que fazer. Ninguém, em nenhum momento, debochou do animal, ninguém fez nada”. O amigo confirmou que o cavalo já estava morto quando teve as patas decepadas e relatou que o tutor chegou a alertá-lo: “Se você tem coração, melhor não olhar”.
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