TSU o chamado “empurra-empurra” continua gerando polêmica em Anápolis e moradores questionam cobrança

A polêmica envolvendo a Taxa de Serviços Urbanos (TSU) continua movimentando o debate em Anápolis. Enquanto Prefeitura e demais envolvidos discutem a responsabilidade pela cobrança, os talões da conta de água seguem chegando às residências dos anapolinos com os valores da taxa anexados, gerando insatisfação e dúvidas na população.


Moradores afirmam que o chamado “empurra-empurra” sobre quem é o responsável pela cobrança não resolve o problema enfrentado por quem precisa pagar as contas todos os meses. Muitos questionam o novo modelo de cálculo adotado e alegam que os valores cobrados aumentaram significativamente em comparação aos anos anteriores. Foi uma lei enviada para Câmara, de autoria do prefeito Márcio, que resultou esse novo cálculo e metodologia de cobrança.

Nas redes sociais e em diversos bairros da cidade, moradores têm manifestado indignação e cobrado mais transparência sobre os critérios utilizados para definir os valores. Para muitos, não basta apontar a Saneago como responsável pela emissão das cobranças, já que a empresa apenas realiza a arrecadação por meio das contas de água. “O povo quer saber quem criou a cobrança e por que os valores aumentaram. Ficar transferindo a responsabilidade não resolve a situação de quem está pagando a conta”, comentou um morador.


Diante da repercussão, cresce a expectativa para que o poder público apresente esclarecimentos detalhados sobre a fórmula utilizada no cálculo da TSU e avalie alternativas para reduzir o impacto financeiro sobre as famílias anapolinas.
Enquanto isso, a população segue aguardando uma solução definitiva para uma cobrança que continua sendo alvo de questionamentos e debates em toda a cidade.

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