Um homem que trabalha como atendente de necrotério do Instituto Médico Legal (IML) de Santos, em São Paulo, foi preso na manhã última segunda-feira (8) acusado de ter feito uma transação bancária do celular de um morto. A prisão preventiva foi determinada pela Justiça e cumprida pela Corregedoria da Polícia Civil, que apura o caso.
Na ocasião, um boletim de ocorrência foi registrado no 3º Distrito Policial. São investigados os crimes de peculato, furto, fraude eletrônica e destruição de vestígios probatórios, já que o atendente também teria tentado destruir o aparelho depois da transação. A Secretaria de Segurança de São Paulo (SSP) não informou o valor que teria sido transferido para uma conta que favoreceria o homem.
A SSP informou que a Superintendência Polícia Técnico-Científica (SPTC) acompanha o caso e reforça que não compactua com desvios de conduta e adota as medidas administrativas e disciplinares cabíveis sempre que irregularidades são identificadas.
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