Ícone do site Anápolis Informa

Morte de jovem após dois anos lutando contra sequelas de AVC comove a web: ‘quanta força coube em uma só pessoa’

A morte de uma jovem de Goiás após quase dois anos lutando contra sequelas de um acidente vascular cerebral (AVC) comoveu a internet. Ana Júlia Servato, de 20 anos, estava se recuperando com tratamentos fisioterápicos e outras terapias desde o ocorrido, em setembro de 2024. A rotina da reabilitação da jovem era compartilhada pela mãe, Mônica Servato, em seu perfil do Instagram.

https://anapolisinforma.com/wp-content/uploads/2024/12/WhatsApp-Video-2024-12-28-at-12.36.23.mp4

No domingo (5) e nesta segunda-feira (6), Mônica compartilhou, por meio dos stories, diversos depoimentos e homenagens à filha, que morreu no sábado (4). Familiares e amigos destacaram a perseverança da jovem durante o processo de recuperação. “Juju, quanta força coube em uma só pessoa. Você lutou bravamente até o momento em que o nosso Pai a chamou para ser mais um anjo no céu”, disse uma amiga. “Juju lutou muito. Foi muito guerreira porque teve como maior exemplo a sua mãe Juntas, fizeram a melhor dupla!”, escreveu outra.

https://anapolisinforma.com/wp-content/uploads/2024/12/WhatsApp-Video-2024-12-28-at-12.38.36.mp4

Ana Júlia era de Itumbiara, no sul de Goiás. De acordo com a mãe da jovem, Ana Júlia, depois de passar pelo Hospital Municipal de Itumbiara, chegou a ficar internada inconsciente na unidade de terapia intensiva (UTI) do Hospital Neurológico de Goiânia. Em uma publicação feita no dia 24 de agosto de 2025, Mônica escreveu que a filha havia acordado após 11 meses em coma. “Bem na semana do eu aniversário. E podemos comemorar esse dia. 20 anos de muito amor e carinho”, comemorou, na ocasião.

https://anapolisinforma.com/wp-content/uploads/2025/02/WhatsApp-Video-2025-02-25-at-10.47.20.mp4

Segundo outro post feito pela mãe, Ana Júlia teve AVC por conta de uma malformação arteriovenosa (MAV) — uma condição congênita rara que causa uma conexão anormal e direta entre artérias e veias, fazendo o sangue circular sob alta pressão e aumentando o risco de hemorragias e derrames. Ainda de acordo com a Mônica, a filha precisou passar por diversos procedimentos, como um cateterismo no cérebro, além de uma embolização. Um cateter também precisou ser colocado no crânio da jovem, após uma piora no quadro de saúde para retirar o sangue acumulado no cérebro.

Fonte g1

SIGA NOSSAS REDES SOCIAIS https://taplink.cc/anapolisinforma Junte-se aos grupos de WhatsApp do Portal Anápolis Informa e fique por dentro das principais notícias de Anápolis e regiãoClique aqui. https://chat.whatsapp.com/DMylAjtICkv99Lcpufeo9O

Sair da versão mobile