A travesti acusada por um empresário, dono de um supermercado em Anápolis, de extorsão, agressão e possível intoxicação, apresentou sua versão dos fatos, negando todas as acusações. O caso, registrado na madrugada desta sexta-feira (8) no bairro Calixtolândia, ganhou repercussão após o relato do empresário, que afirmou ter sido vítima durante um encontro.
Segundo a travesti, o contratante já estava hospedado em um motel quando ela chegou e, no quarto, já haviam passado outras pessoas. Ela relatou que o empresário consumia bebidas alcoólicas e usava drogas. Afirmou ainda que foi contratada para prestar serviços e que, ao chegar, combinou que o pagamento fosse feito adiantado, mas o empresário teria enrolado por horas.
Ainda segundo a travesti, ao decidir ir embora, insistiu para receber o valor acordado, mas o empresário disse que havia bloqueado a conta bancária e não possuía dinheiro disponível. Diante disso, ele deixou alguns pertences no local, prometendo voltar para quitar o valor.
Mais tarde, o homem retornou, ainda visivelmente alterado, dizendo que pagaria. Nesse momento, ela afirma que devolveu o celular dele, negando qualquer prática de extorsão ou agressões. O empresário, por sua vez, acionou a Polícia Militar, alegando que foi vítima de um grupo de travestis que teria levado seu celular e R$ 1.800. O aparelho foi devolvido, mas o valor não foi recuperado.O empresário afirmou à Polícia Militar que a travesti se tratava de “um loirão, alto, bonito, top de linha, mais bonito que minha mulher” e que, ao vê-la, “perdeu a cabeça” — O caso segue em investigação pela Polícia Civil de Anápolis.
Fonte: Anápolis Notícias
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