Por muito pouco, o Colecionador, Atirador e Caçador (CAC) que na sexta-feira (5/9) matou a ex mulher com tiros de pistola, não assassinou, também, o ex-cunhado, em Terezinha de Goiás. A afirmação foi feita por um promotor de justiça, que durante a Audiência de Custódia contou que o irmão de Tânia Lopes dos Santos foi baleado, ao lutar com o atirador para tentar defendê-la.
Rivair Lopes dos Santos, segundo o promotor Roberto Corrêa, do Ministério Público do Estado de Goiás (MP-GO), retornava junto com a esposa da oficina mecânica em que trabalhavam e, ao passarem na porta da floricultura pertencente à Tânia, que tinha 29 anos, viram a camionete do ex marido dela, Tiago Xavier Junqueira, de 35 anos, estacionada na porta.
“Como sabia que o casal, já havia brigado várias vezes anteriormente, o Rivair deu a volta no quarteirão e parou na porta para ver se estava tudo certo com a irmã. Na ocasião, flagrou o ex-cunhado armado e partiu para cima dele”, revelou o promotor em audiência de custódia realizada neste domingo (7/9).
Durante luta corporal, Rivair Lopes recebeu um tiro de raspão, que perfurou sua roupa, mas não o feriu. Mesmo agarrado por trás pelo ex-cunhado, o CAC conseguiu disparar várias vezes contra a Tânia, que, atingida pelo menos cinco vezes, nas costas, perna e braços, caiu. Socorrida, a jovem não resistiu. Tiago, continuou o promotor, só foi contido após a interferência de outras pessoas que presenciaram o crime O atirador teve prisão temporária convertida em preventiva na audiência. Segundo apurou a polícia, o casal viveu junto por 12 anos e teve duas filhas. A separação ocorreu meses antes do crime.
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