A dona de um restaurante em Anápolis foi presa em flagrante na terça-feira (21/10) suspeita de furtar energia na Rua França, no bairro Boa Vista. A prisão ocorreu durante uma operação realizada pela Polícia Civil em parceria com a Equatorial Goiás, e foi desencadeada após indícios de irregularidades detectados durante inspeções de rotina, que confirmaram a existência de uma ligação direta na rede elétrica.
Segundo informações repassadas pela PC, o local possuía uma ligação direta de energia, conhecida como “gato”, e não contava com um medidor. A prática é considerada crime e prevê prisão de até quatro anos. A responsável pelo estabelecimento foi presa em flagrante, liberada após pagamento de fiança e responderá ao processo em liberdade. Os prejuízos causados pelo crime estão sendo calculados e serão cobrados, conforme prevê a legislação vigente.
Segundo dados da Equatorial, em 2025, 304 operações já foram realizadas pela companhia e 151 pessoas foram presas pelo crime de furto de energia em Goiás. De acordo com a Lei nº 15.181, sancionada em 28 de julho de 2025, os crimes de furto, roubo e receptação de fios, cabos e equipamentos utilizados no fornecimento ou transmissão de energia elétrica agora têm punições mais severas. A pena para furto qualificado de materiais usados em serviços essenciais foi elevada para 2 a 8 anos de reclusão, além de multa. Em casos de roubo que comprometa serviços públicos essenciais, a pena passa a ser de 6 a 12 anos de reclusão e multa.
Para o crime de receptação simples, a pena pode chegar a 4 anos de reclusão e multa. No caso de receptação qualificada, a pena é de até 8 anos, mas pode ser dobrada se envolver bens ligados a serviços essenciais, podendo chegar a até 16 anos de reclusão e multa.
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