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Crime que chocou Britânia: Caso Beatryz Emelly o que se sabe do assassinato até agora

A Polícia Civil segue investigando a morte da adolescente Beatryz Emelly Nunes da Silva Ferreira, de 14 anos, encontrada enterrada em uma cova rasa, no quintal de uma residência no município de Britânia, na quarta-feria (21/1), um dia após ser dada como desaparecida. O principal suspeito é Paulo Fagundes de Oliveira, apontado como tio de consideração da vítima, preso junto com a esposa, Maria Aparecida, ex-mulher do avô da adolescente, por suspeita de participação direta no crime.

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Terça-feira, 20 de janeiro – O desaparecimento

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Madrugada de terça para quarta – A morte

Quarta-feira, 21 de janeiro

Após a localização do corpo

Residência dos suspeitos foi incendiada após comoção provocada pela morte da adolescente (Foto: reprodução)

Incêndio na residência

Situação atual

Participação da esposa no crime

Novos depoimentos indicam que a esposa de Paulo, apontado como tio de consideração de Beatryz, teve participação direta no crime. Segundo o próprio investigado, a mulher o teria incentivado a continuar as agressões, dizendo para “terminar o que havia começado”, informação confirmada pelo delegado Wiliam Caio.

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De acordo com a polícia, após as primeiras agressões, Paulo acreditou que a adolescente já estivesse sem vida. Nesse momento, a esposa, Maria Aparecida, interveio e orientou que ele continuasse. “A esposa disse que ele poderia bater mais. Depois das novas agressões, Beatryz caiu e ficou imóvel no chão”, relatou o delegado. Ainda segundo o depoimento, foi ela quem sugeriu ocultar o corpo no quintal da residência. A motivação alegada pelo casal foi de que a adolescente teria tido um comportamento considerado “desrespeitoso”. Após o crime, a suspeita deixou Britânia e foi localizada em Jussara, onde acabou presa por homicídio qualificado e ocultação de cadáver. Conforme a polícia, ela é ex-esposa do avô da vítima.

Material apreendido e próximos passos

No local onde o corpo foi encontrado, a polícia apreendeu o celular da vítima, além de objetos que, segundo a investigação, teriam sido utilizados no crime. A Polícia Civil aguarda a conclusão de exames periciais para confirmar se houve violência sexual, hipótese que ainda não foi descartada. O casal segue preso e o inquérito continua para detalhar a participação individual de cada um e concluir a investigação.

Fonte Mais Goiás

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