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Cobrança de TSU feita em fatura de água MPGO aguarda informações da prefeitura de Anápolis sobre o valor de contrato

Na quarta-feira (27), quatro vereadores se reuniram com o promotor Paulo Martorini, da 4ª Promotoria de Anápolis, a respeito de uma Ação Civil Pública (ACP), impetrada por Rimet Jules (PT), que questiona a cobrança da TSU na conta de água e alega valores abusivos. Além de Rimet, também participaram do encontro Domingos Paula (PDT) Capitã Elizete (PRD), e Alex Martins (PP) . Eles ouviram de Martorini que é necessário aguardar informações da prefeitura sobre o contrato de limpeza urbana antes de uma manifestação. 

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O Ministério Público de Goiás (MPGO) vai aguardar informações da prefeitura de Anápolis sobre o valor do contrato da limpeza urbana para calcular o impacto da mudança da cobrança da Taxa de Serviços Urbanos (TSU), que a partir de 2026 passou a constar na conta de água dos anapolinos. A cobrança começou a ser feita na fatura de maio, relativa ao fornecimento dos serviços da Saneago em abril, e houve muitas reclamações sobre os valores. Embora a administração negue ampliação da carga tributária, alguns contribuintes relataram valores. Em alguns casos, ela mais que triplicou e atingiu valores de três dígitos somente na primeira parcela.

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Até 2025, a Taxa de Serviços Urbanos (TSU) em Anápolis era calculada com base na área construída do imóvel e multiplicada por um valor fixado por metro quadrado, sendo lançada anualmente junto ao carnê do IPTU. O valor do imposto variava de acordo com a localização do imóvel, estabelecido por decretos municipais. Os parâmetros seguiam a seguinte divisão: para as chamadas áreas centrais o valor era de R$ 2,36 por metro quadrado de área construída. Nas demais, R$ 0,97 por metro quadrado de área construída.

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A partir de uma revisão no Código Tributário aprovada pela Câmara Municipal no ano passado, o cálculo da taxa passou a ser feito pelo Valor Básico de Referência (VBR), de R$ 28,16, associado ao consumo de água medido pela Saneago ou, no caso de imóveis não atendidos pela rede, com base em um percentual sobre a área construída.

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