Corpo encontrado carbonizado na Amazílio Lino é de professor desaparecido em Anápolis

Em 24 de julho, um corpo carbonizado, amarrado e com marcas de golpes de faca foi encontrado na rua Amazilino Lino. Um crime bárbaro que chocou Anápolis ganhou novos desdobramentos. Após 40 dias de angústia, o exame de DNA confirmou: a vítima era o professor Daniel Santos, conhecido como Fuscão, desaparecido desde 22 de julho.

Segundo um vídeo de um dos autores Daniel teria sido rendido, amarrado e esfaqueado. Em seguida, os suspeitos colocaram o corpo em um carrinho de supermercado e o empurraram até um local isolado, onde atearam fogo. Imagens de vídeo mostram o trajeto macabro.

Horas após a descoberta, a polícia prendeu os principais envolvidos. Em depoimento, um dos envolvidos chegou a confessar a participação, descrevendo com detalhes como abandonaram o corpo. Uma das versões citava até um suposto estupro, que acabou descartado, já que a vítima era homossexual.

A prisão trouxe alívio momentâneo à comunidade, mas a sensação de justiça logo se desfez. Em uma audiência de custódia, a Justiça decidiu soltar os acusados. Hoje, eles caminham livremente pelas ruas da cidade, enquanto familiares e amigos do professor exigem respostas do porque fizeram isso com ele.

O caso segue sob investigação da Polícia Civil, mas cresce o medo da população, já marcada pela violência e pelo aumento de usuários de drogas nas ruas.

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